quinta-feira

Pênaltis Malditos


Elano diz sofrer pesadelos com os pênaltis malditos


Jogador comunicou a imprensa que está encerrada a sua carreira como batedor de pênaltis
Os pênaltis malditos que Elano cobra, mas não entram na rede, tem atormentado a vida do jogador. Para piorar ainda mais a situação, Elano tem frequentemente pesadelos com os pênaltis malditos.

“Não sei mais o que faço porque todas as noites sonho com os pênaltis malditos”, disse ao repórter Gilberto Garoa Gomez, do G17.

Na manhã desta quinta-feira (4), Elano enviou comunicado à imprensa, na qual G17 obteve com exclusividade, primeiro que os outros veículos de desinformação, confirmando o encerramento da sua carreira como batedor de pênaltis.

“Nunca mais quero chutar um pênalti. Estou sofrendo com essa maldição, e não vejo alternativa senão parar de chutar”, disse a nota.

Da Redação com G17

Terceiro jogo de time pessoense na Liga Nordestina de Futebol Americano é adiado

Espectros fez 44 a 6 em cima do Pirates na partida de ida
O terceiro jogo do João Pessoa Espectros, único time que defende a Paraíba na Liga Nordestina de Futebol Americano (Linefa), que deveria acontecer neste sábado (6) no estádio Olindão, foi adiado para setembro. A partida seria o jogo de volta contra o Recife Pirates. No jogo de ida, no Almeidão, o Espectros venceu o time recifense por 44 a 6.

A partida, que seria válida pela 8ª semana da competição, teve que ser adiada devido a uma vistoria que será feita pela Federação Pernambucana de Futebol no estádio no próximo domingo. Já que seria necessário pintar o campo para realizar a partida de futebol americano, o Olinda Futebol Clube, time da casa, poderia perder o mando das suas próximas partidas. Por isso, a organização da Linefa preferiu adiar o jogo.

O jogo em João Pessoa, contra o Recife Mariners, que deve acontecer no dia 24 de setembro, está mantida. O Espectros continua treinando constantemente para os jogos da Liga. Atualmente, o time paraibano lidera a Divisão Sul, tendo vencido os dois adversários.

Todos os times da competição já têm duas partidas jogadas. Se a atual situação permanecer, os times que devem passar para as semifinais, os chamados playoffs, são o João Pessoa Espectros, o Recife Mariners, o Dragões do Mar de Fortaleza e o Bulls Potiguares.
 
Da Redação com Paraíba 1

IMeq-PB é pioneiro no país a utilizar coletores de dados com GPRS



O Instituto de Metrologia e Qualidade Industrial da Paraíba (Imeq-PB), é o primeiro órgão no país delegado pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) a utilizar coletores de dados, equipamentos digitais portáteis que substituem a utilização de boletos, formulários impressos no seu trabalho de fiscalização.
Para a utilização dos coletores de dados, o próprio Imeq-PB desenvolveu mecanismos que dão suporte a esses equipamentos. Foi preciso sincronizar as informações e hoje a Paraíba é o primeiro Estado a aplicar a tecnologia com GPRS, que permite que as informações colhidas em campo sejam transmitidas diretamente para o banco de dados do órgão, eliminando o uso de formulários de papel. Essas informações também ficam armazenadas e servirão para futuras consultas sobre pendências de um cliente.
Desde o mês de maio as equipes de fiscais do Imeq-PB, no ato da fiscalização, já coletam e armazenam dados através desses coletores. O boleto é impresso instantaneamente através do sistema bluetooth e entregue ao cliente para pagamento de sua taxa de verificação de determinado equipamento ou taxa referente a alguma infração.
São seis equipes do Imeq-PB em João Pessoa e mais quatro equipes em Campina Grande que utilizam os dez coletores de dados e as impressoras portáteis.
O diretor superintendente do Imeq-PB, Krol Jânio Palitot Remígio, diz que mesmo com em número pequeno os equipamentos estão revolucionando o trabalho do instituto. Antes um fiscal numa missão em Cajazeiras, por exemplo, somente forneceria um boleto ou uma infração depois de retornar à João Pessoa. Agora, isso é feito no ato da fiscalização.
Destaque no país – Por inovações como esse o Imeq-PB é o segundo melhor do país em relação ao desempenho de ações fiscalizadoras visando a qualidade de produtos. A avaliação é do coordenador geral da Rede Brasileira de Metrologia, Omer Pohlmann Filho, que visitou o Imeq-PB na semana passada. Na frente da Paraíba está apenas o Ipem da Bahia.
O trabalho – O Imeq-PB fiscaliza a qualidade de cerca de 140 produtos, além de medidas de peso ou volume de alimentos. Dentre os produtos fiscalizados e inspecionados estão: isqueiros a gás descartáveis, mamadeiras, pneus novos, brinquedos, preservativos masculinos, adaptadores de plugues e tomadas até 20A/250V, interruptores, lâmpadas, forno a gás, bebedouro elétrico, tubulação de alta pressão, fios  e cabos NBR NM-247, condicionadores de ar, luvas cirúrgicas, colete de segurança. A ouvidoria do instituto atende pelo telefone 0800 281 7411 ou pelo e-mail contato@imeq.pb.gov.br. Em breve, o Imeq-PB vai divulgar novos programas que beneficiam a população paraibana.

Da Redação com Secom-PB

Tributo a Otacílio Batista chega a sua 8ª edição

Tributo a Otacílio Batista chega a sua 8ª edição
Quem lembra dos grandes desafios da cantoria de viola reunindo nomes como Lourival Batista, Pinto do Monteiro, Dimas Batista, Diniz Vitorino, Pedro Bandeira, Oliveira de Panelas, Daudethe Bandeira e tantos outros grandes do repente, certamente remete a figura imponente do legendário poeta popular Otacílio Batista, também conhecido como "A Voz do Uirapuru." Pernambucano, de Itapetim, radicado na Capital paraibana, foi ele um dos principais responsáveis pela propagação da cantoria de viola por todo o Brasil e outros países, a exemplo de Portugal, Cuba e Argentina. 
Autor da música Mulher nova, bonita e carinhosa faz o homem gemer sem sentir dor e do livro, que é considerado a "bíblia" dos repentistas, "Antologia Ilustrada dos Cantadores", escrito em parceria com o professor cearense Francisco Linhares, Otacílio Batista morreu no dia 5 de agosto de 2003. Desde então, a família daquele poeta, que cantou para seis presidentes da República e para o Papa João Paulo II, organiza o evento intitulado "Tributo a Otacílio Batista - A Poesia Vive." O encontro cultural sempre reúne personalidades ligadas as mais diversas frentes artísticas e, como não podia deixar de ser, a principal atração da noite é a cantoria de viola improvisada, em sua mais bela forma, que são as estrofes ritmadas e metrificadas, sempre materializadas nas vozes dos legítimos repentistas nordestinos.
No próximo mês, o Tributo a Otacílio Batista - A Poesia Vivie chega a sua oitava edição e o evento deve repetir o sucesso dos anos anteriores, com uma média de público superior a 400 pessoas. O filho mais novo de Otacílio, o jornalista Fernando Patriota, adiantou o que já está agendado dentro da programação. "Teremos duas duplas de cantadores, três declamadores, um quinteto de metais com músicos da Banda 5 de Agosto, um grupo de teatro e musicistas, que interpretarão canções consagradas de Otacílio Batista." Patriota disse, ainda, que o Tributo tem o apoio do Sindicato dos Bancários da Paraíba, da Funjope e do O Sebo Cultural.
O VII Tributo a Otacílio Batista - A Poesia Vive será realizado no dia 6 de agosto (sábado), a partir das 20h, no Sindicato dos Bancários, localizado na Avenida Beira Rio, em João Pessoa, no sentido Centro-Praia, com entrada franca
Um pouco da carreira de Otacílio - Em 1959, Otacílio Batista venceu pela terceira vez um congresso de cantadores realizado no Rio de Janeiro, promovido pelo Jornal do Brasil e dirigido pela condessa Pereira Carneiro, proprietária do jornal. Uma década depois, pela quarta vez, a "Voz do Uirapuru" levava para casa o troféu de primeiro lugar no encontro de repentistas no Teatro do Parque, em Recife, realizado pelo poeta Rubens Teixeira. Em 1971, em João Pessoa, venceu pela quinta vez o festival de cantadores em João Pessoa/PB, no Teatro Santa Roza, promovido pelo governo do Estado. No mesmo teatro, fazendo dupla com seu irmão Dimas Batista, alcançou o primeiro lugar no maior congresso de cantadores organizado pela Sociedade de Cantadores e Poetas Populares do Brasil (Sovibril), com sede em Fortaleza/CE. Em 1975, Otacílio consegue o bicampeonato da Sovibril, na cidade de Aracati/CE.
No inicio dos anos setenta do século passado, Otacílio Batista estava em São Paulo, em companhia de Diniz Vitorino, para uma exibição didática das modalidades de viola na TV Cultura. O repórter da Nova Tribuna. Júlio Amaral de Oliveira, sabendo da visita dos dois poetas escreveu em seu jornal: "Otacílio Batista Patriota é um dos maiores nomes da poesia popular, não só pelas invulgares qualidades que ostenta mas, também, pela soma de tradições que é portador. Irmão dos notáveis repentistas Dimas e Lourival Batista Patriota, constituem a mais rutilante constelação de cantadores vivos."
Otacílio cantou para os presidentes da República; Eurico Dutra, Juscelino Kubitschek, João Goulart, Jânio Quadros, Figueiredo e Sarney, e para o cantor e compositor Roberto Carlos. Junto a seu irmão, Lourival Batista, no Teatro Santa Isabel, foi considerado um ícone da cantoria de viola, por Ariano Suassuna. Em 1983, levou seus versos para o Papa João Paulo, em Fortaleza/CE.
Sua discografia também é vasta. Durante sua carreira o poeta gravou: Cantador, Verso e Viola (com Lourival Batista, 1983); Viola, Verso e Viola com os irmãos Batista e Diniz Vitorino (1973); Repentistas, os gigantes do improviso, com Diniz Vitorino (1973); Apelo ao Papa, com Pedro Bandeira (1980); Otacílio Batista do Pajeú (1982); Só Deus improvisa mais, com Oliveira de Panelas, (1979), Mec 1984 e Meio Século de Viola (1989). Outras participações especiais: Coletânea de Repentistas: Canção "Lua Divina", gravada por Oliveira de Panelas, 1975; Nordeste: Cordel, Repente: canção: "gado bom quem tem sou eu" gravado por ele próprio.

Antologia e outras obras - Em parceria com o poeta e professor Francisco Linhares, lançou e foi consagrado pelo povo, a Antologia Ilustrada dos Cantadores.(1976 e 1982). Esse livro é considerado a "Bíblia da Cantoria", onde estão registrados a vida e obra de 300 repentistas. Antes, em 1971, Otacílio Batista escreveu Poemas e Canções. Depois da segunda edição de antologia, publico Poemas que o Povo Pede, Ria até Cair de Costa (1982); Caçador de Veados (1987); O que me falta fazer mais (1990); Poemas Escolhidos (1993); os autobiográficos Os Três Irmãos Cantadores (1995) e Dois Poetas do Povo e da Viola, com Oliveira de Panelas (1996). Ainda publicou A Criança Abandonada e outros poemas; Os Versos Apimentados do Velho João Mandioca e os cordéis: Zé Limeira, poeta dos disparates, Apelo ao Papa, Peleja de Otacílio Batista com Zé Ramalho, Dr. Alisando Cresce, Os Bichos contra a Ciência, O Namoro de Hoje em Dia e A Morte de Padre Zé. É autor da letra: Mulher Nova Bonita e Carinhosa faz o homem gemer sem sentir dor, gravada por Amelinha e Zé Ramalho.(1982). Essa música serviu de trilha sonora no seriado da Rede Globo, "O Lampião". Outra letra sua, foi gravada por Luís Gonzaga - O Papa e o Jegue. Pinto do Acordeon gravou - O Dólar e o Cruzado, também letra de sua autoria.

Serviço
Evento: VIII Tributo a Otacílio Batista - A Poesia Vive
Local: Sindicato dos Bancários da Paraíba (Av. Beira Rio - João Pessoa)
Hora: 20h
Programação: cantoria, declamação, teatro, canções e quinteto de metais
Entrada Franca
Da Redação com Click PB

segunda-feira

Marcha contra a impunidade reúne mais de 300 pessoas no Rio

Retratos do menino Juan Morais, 11, e Patrícia Amieiro, 26, foram colocados em Copacabana em ato contra impunidade no Rio


A ONG Rio de Paz reuniu na tarde deste domingo mais de 300 pessoas durante passeata "contra a impunidade de crimes" no Rio de Janeiro. Os manifestantes percorreram cerca de 3 km da orla da praia de Copacabana, zona sul da cidade, e colocaram rosas vermelhas ao redor de uma enorme cruz preta fincada na areia --na altura da rua Princesa Isabel.
"Não podemos ficar parados frente a 92% dos homicidas que não são punidos no Estado do Rio de Janeiro [dado de relatório do sociólogo da UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro) Inácio Cano]. Não devemos aceitar, inclusive, a impunidade policial. Queremos uma polícia cidadã", destacou à Folha o presidente da ONG Antônio Carlos Costa.
O julgamento e a punição para os assassinos do menino Juan Moraes, 11, que foi morto por policiais militares no início deste mês, e a investigação dos casos de desaparecidos com indícios de homicídio como o da engenheira Patrícia Amieiro, 26, foram algumas das reivindicações da Rio de Paz durante a manifestação.
"É horrível. Todo dia eu choro. Tudo me lembra ela. Esse evento é bom para as autoridades olharem o que está acontecendo no Estado. A gente tenta falar com o governador, mas ele nunca pode nos receber", lamenta Tânia Márcia Amieiro de Franco, 53, mãe da jovem que desapareceu há três anos após passar por uma blitz de PMs do Batalhão do Recreio dos Bandeirantes, na Barra da Tijuca, zona oeste da capital.
Os casos do menino João Roberto, 4, morto numa abordagem policial há cerca de três anos, e do músico da escola de samba Caprichosos de Pilares, Jackson Martins, assassinado por homens armados quando seguia para o trabalho na avenida Washington Luis, em 2004, também foram lembrados na caminhada. "Esse encontro é uma semente que a gente está plantando. A população não pode ficar inerte. O que aconteceu com a minha família não pode se repetir", afirmou Paulo Soares, 45 --- pai do menino João Roberto.
"Quem mata, não sabe a dor de uma saudade", disse emocionada Carmem de Souza Martins, 57, mãe de Jackson Martins.



Retratos do menino Juan Morais, 11, e Patrícia Amieiro, 26, foram colocados em Copacabana em ato contra impunidade no Rio.